segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A Posse da Bruxa - 2° Turma

Alegria se renovou no encontro ocorrido Sábado (23/11/12) das 09h30min as 12h30min.

Como nasce uma Bruxa? O que desencadeia seu nascimento? Como identificá-la?

A Bruxa nasce, cresce e pode ser transformada com a compreensão, mas para que tal ocorra se faz necessário identificar onde se está: O que nos assusta? O que provoca tal comportamento (o que desencadeia a Bruxa)? Sem conhecer o gatilho que incita o medo não há possibilidade de transmutá-lo.

Conhecer a Bruxa é aceitar mergulhar num canto de nós que não gostamos de visitar, mas que quando visitado abre-se  em sol e cores! Pois que surge a compreensão e nos libertamos das amarras que nos exila.

A Posse da Bruxa 2


Sentir-se bem consigo é um processo único que exige de cada um coragem, e coragem não é ausência de medo, mas disposição para enfrentá-lo.

Os transformadores de hoje!


Com carinho e desejo de que seja feliz,


Sandra Cristina Miranda

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Comentando A GRANDEZA DE CADA DIA

Iniciamos dia 12.11.13 mais um movimento em direção a excelência!

Comentando A GRANDEZA DE CADA DIA de Stephen R. Covey (editora Sextante)  ou As 3 Escolhas para o Sucesso (editora Vida melhor) além de manter em nossa mente histórias inspiradoras que visam estimular a mudança de hábitos e fortalecer virtudes, também poderá criar no grupo o vínculo- ponte para que contemos uns com os outros na travessia evolutiva gerando assim o campo mórfico propício a novas e melhores transições!

Cada um colabora com ideias, sugestões, vibrações que jamais poderiam ocorrer no individual e esta partilha faz toda a diferença na criação de um mundo melhor, pois somos nós também responsáveis por esta travessia!


Juntos despertamos para o fato de que todos os dias temos tempo para transcender!

Qual é a sua contribuição para o mundo melhor?

Aqui ouvindo, falando, sentindo e pensando no plural buscamos significado para nós e contribuímos para a significação do próximo!

Gratidão por momentos tão especiais! 



Com alegria e gratidão,


Sandra Miranda

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O QUE VOCÊ VAI FAZER NO DOMINGO?



Enquanto ela inquiria de um a um o que fariam no Domingo ao  mesmo tempo em que ela trabalharia e trabalharia, pensei: Por que não acreditamos que podemos ser felizes? Por que não levamos fé no nosso poder transformativo?  Que sabor proporcionam testemunhas que respondam nas entrelinhas que o que não se conquista é da própria responsabilidade?  Qual a cor desta solidão? Que cheiro tem essa tortura?
O que não fazemos por nós corroí, maltrata e enfraquece, e com o tempo passamos a acreditar que realmente não podemos com a situação, seja ela qual for: Trabalho, filhos, marido, corpo, idade, colegas...

Penso que nos cabe qualquer coisa que chegue a vida e se não sabemos resolver, ainda assim podemos olhar em torno. O outro, o caminhante ao lado, conhecido, amado profissional, ensina e ajuda sempre!

Não querer assumir o controle da própria vida enquanto imagina que conserta a vida alheia, leva-nos a vários nomes, entre eles boicote, medo, culpa, boazinha, prepotência, vitimismo...
Esses mecanismos são perigosos porque além de impedir o crescimento destrói relações, solapa a harmonia e com o tempo dilacera o autopoder.

É rejuvenescedor pensar que se pode ir além, um pouco mais todos os dias! É gratificante saber que cada pessoa que passa pela nossa vida traz uma sabedoria própria e aguarda a nossa, que somos chaves uns para os outros.

Encanto-me com o ser humano!  O que cada um é capaz de realizar é inimaginável!

Sei que o respeito a si é uma oração, pois muda histórias, renova corações, transmuta dores em alegrias, mas é uma oração individual, se faz necessário que se faça por si mesmo, não é possível pedir ao outro para mudar por nós!

Por que  aguardar a valorização do discurso “coitadinho”? Quando já se sabe que dentro deste existe um rei ou uma rainha a porta?
Ninguém ajuda alimentando a fraqueza do outro, acolher não é colocar no colo e deixar o outro debilitar-se ou acreditar que alguém fará sua lição de casa. Acolhe-se na medida em que a recepção é carinhosa, mas receber alguém não é o mesmo que fazer por este.

A pergunta cabal é: O que planejei para meu Domingo?

Com amor,
Sandra Miranda


sábado, 26 de outubro de 2013

A Posse da Bruxa - 1° Turma

Foi com muita alegria que hoje (26/10/13) das 09h30min às 12h30min, reunimo-nos para buscar o esclarecimento sobre a Bruxa Interior conforme a terapeuta e especialista em mitos e relacionamentos M. E. Marlow.
Silvia  brincando com o transporte de hoje! rsrsrsrsrs

Uma viagem especial onde passeamos pelo nascimento e  reconhecimento da Bruxa, o que acontece se não a reconhecemos além de como encontrar e nomear a Bruxa. Coube a cada uma de nós refletirmos e aprofundar a imersão interior para detectar se em nós ainda mora clandestinamente medo, insegurança, raiva, ressentimento ou se já estamos transmutando o feminino negativo em luz e reconhecimento.
Nós e a Vassoura. Símbolo da Bruxa


Como ensina a terapeuta intuitiva supracitada “Todas as mulheres são magas. Nossa magia é a capacidade inata de criar e transformar nossas experiências de vida. Como mulheres, nossas únicas escolhas reais são  se praticamos ou não nossa magia conscientemente, e o quanto dessa magia estamos dispostas a usar.”


O Grupo mais que especial de Hoje!


O próximo encontro onde retomaremos o mesmo tema será dia 23/11 no horário das 09h30min às 12h30min, aguardamos você!


Com carinho e o desejo de que seja feliz,

Sandra Crisitna Miranda

domingo, 13 de outubro de 2013

Seja o que flôr...




Por vezes se percebe que a caminhada ficou quase além da força e parece que cada passo está sendo dado para o abismo. É um momento grave que se iniciou lá atrás com muita tristeza e dor e foi se arrastando até chegar a esse ponto onde qualquer caminho parece dar em nada. Se você chegou aí pare, olhe para trás e procure lembrar e compreender como e quando começou, mas, por favor, siga em frente, pois com certeza você fez o melhor que pôde e aconteceu a única coisa que podia ter acontecido. Sentir-se frágil, esquecido, abandonado, a deriva, acontece, há dias assim. Chico Buarque traduz em Roda Vida: “ Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...”, mas deixar que dias  virem semanas, meses, é sinal de alerta!


Somos um sistema integrado, se trabalhamos apenas a mente a razão nos faz pensar e nos diz que só intelecto não conduz ao acolhimento, precisamos ir além da razão e estimular o sentir e prosseguir tratando o corpo com respeito (alimentação adequada, exercício, bom sono, etc) e ir mais um pouco e acessar a intuição perguntando-se como tem sido a relação com a natureza? Sente-se em segurança no Universo? Está conectado com a criatividade? Como está o prazer pelo que faz? Como estão os relacionamentos?



Na correria cotidiana é fácil entrar no automatismo e fazer por fazer e com o tempo ir ficando macambúzio, sem graça, porém todos os dias, tem-se um dia inteiro para fazer a diferença e atuar fazendo o melhor com o que se tem, sabe e pode!


Paralisar faz parte, mas ficar paralisado é sinal que está faltando a prática da poesia na vida. Preste atenção: ouça a canção do dia. O que você ouve? “Vivaaaaa! Hoje é o melhor dia de minha vida!” Ou “outro dia que droga!” ou “ E agora como faço para sair disso?”


Escute-se, dentro de você há sabedoria, mas se sozinho não for possível, procure ajuda e então perceberá que seja o que for a vida traz flores!





Com afeto,
Seja feliz!


Sandra Cristina Miranda

ESTUDO SOBRE A POSSE DA BRUXA 26/10 as 9:30min

Olá bela!

É uma alegria convidá-la a conhecer a bruxa oculta que mora em toda mulher.

O encontra será dia 26/10 das 9:30min as 12 hs.

Faça sua inscrição até 17/10.

" Todas as mulheres são magas. Nossa magia é a capacidade inata de criar e transformar nossas experiências de vida. Como mulheres, nossas únicas conhecer escolhas reais são se praticamos ou não nossa magia conscientemente, e o quanto dessa magia estamos dispostas a usar." (Mary E Marlow)



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

DESABAFO



Inicialmente senti medo, mas depois fiquei com raiva da sua proposta: “Tente não ser assim durante algum tempo”. Celeríssimo passou pela minha mente todos os anos em que não fui eu para lhe agradar e ser querida por você e por fim avaliei que você apenas não sabia o que estava dizendo. É isso! Entendi afinal que completude não é perfeição. Apenas ouvi uma tolice, só que escutar tolice só é tolice mesmo, quando quem diz não tem força emocional em mim, mas quando tem... Qualquer asneira pode tornar-se séria, muito séria e dolorosa.

Às vezes penso em minhas faltas que fatalmente são dilatadas pelas futilidades que me permito durante a caminhada. Crescer no meu caso tem sido quase um transtorno, muitas vezes me sinto um crocodilo. Não tive consciência do medo que sentia (e sinto) durante muito tempo. Agora eu sei que tenho medo e está tudo bem, posso aguentar isso! Sei que errei muito e ainda se Deus quiser terei tempo para mais alguns erros, também posso aguentar isso! Mas tenho certeza que não aguento mais não poder ser essa que sou, porque sei que mereço ser quem sou como sou e ainda assim ser amada. Mereço, mereço e ainda mereço.

E digo com todas as letras: Se o preconceito for maior que o amor, nunca foi amor e dane-se esse sentimento mesquinho disfarçado de proteção a vergonha que no fim das contas é medo ao que difere, por não se enxergar e por isso saber lidar.

Fiquem tranquilos não vou dizer mais nada, não perturbarei nenhum sono que apenas parta-se o meu! Ficarei como sempre estive meio que trancada meio que solta sem saber ao certo quem sou e para que estou aqui, mas hoje mais tranquila por poder rever-me.

Sou igual a você, nem um pouco melhor nem um pouco pior, sou igual a você, uso máscaras, tenho medo, sorrio para coisa nenhuma, mas exijo o direito à cidadania de ser. Só isso!

Arredia,
Sandra Miranda

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Dia do Psicólogo





Passarei alguns dias fora do consultório e alguém muito especial disse-me: “Sei não se você vai aguentar ficar tanto tempo longe do consultório!”. Achei a colocação interessante porque mesmo que a saudade seja par, é verdade! Respiro o que faço, mas vou além. Admiro a coragem e inquietação das pessoas com as quais trabalho e tenho certeza que sem elas não haveria sentido para tanto desejo de saber, de melhorar, de ir adiante.

Fico pensando qual o sentido do dia do psicólogo sem o dia do cliente ou paciente como queiram alguns, eu já trabalho com (im)pacientes...


Eu apesar da infinita ignorância preciso dizer como é encantador o desabrochar de uma visão, o desdobrar de uma decisão assertiva. Como é fantástico o perdão. Todos os dias sou perdoada por não saber e acusada pela mesma razão! Maravilho-me com a responsabilidade de cada olhar, cada palavra, cada inquietação, tudo faz parte de uma teia muito maior que vai sendo construída com muita verdade, empenho e medo. Sim, medo! Todos têm medo! Mas vamos desmascarando esse espectro que nos persegue.


Não há muito a dizer apenas: Gratidão pela oportunidade que me é dedicada de ouvir dores e rumores; sonhos e pesadelos, risos e lágrimas. O que vai ao intimo e o que fica insistentemente na superficialidade. Gratidão, pois sem você não haveria eu.


Desejo que seja feliz,


Carinhosamente, 
Sandra Miranda

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Saudade




Bem sei que nada tenho a dizer que possa transformar seu silêncio em sorriso.

Agora estou obsoleta, não ofereço curiosidades, temporariamente a tecnologia dos i me calou. No meu tempo saber datilografar era bem moderno e quer saber? Eu arrasava! Muitas coisas mudaram desde então e estou cada vez mais lenta, mas tenho encontrado meu ritmo sem muito desencanto. Pensando bem, as mudanças além de me oferecer frio na barriga, me deixa muito curiosa! Quero aprender tantas coisas e com certeza não terei tempo, mas ninguém pode me impedir de sonhar meus sonhos. Porém quando a história é com você, parece que o chão se abre e não sei por que dói tanto a sua distância. Ontem você era portátil dava para carregar e hoje...

É estranho como o tempo passa rápido e nem nos damos conta: Outro dia lembrei as poesias que fazíamos enquanto tentávamos nos empenhar para estudar geografia, sempre havia janelas e cortinas que voavam... Tão diáfano!

É triste a ignorância que se tem quanto a fazer quem amamos feliz. Por mais que queiramos não podemos nada para tal. É uma caminhada assustadoramente solitária. Sempre há de existir “uma pedra no meio do caminho”, mas só nós faremos disso uma música!

Não sei se devo dizer, mas meu coração também é mãe, mãe ilegítima bem sei, todavia sinto que chego perto do abismo que qualquer uma sente quando o filho se afasta.

Adivinho o que vai acontecer: você entrará na caverna, ficará por um tempo, enfrentará dragões, provavelmente quebrará a espada na cabeça de algum e sairá como se nem tivesse entrado e enquanto isso estiver acontecendo estarei ouvindo histórias e velando, fazendo amizade interesseira com Deus, pedindo que o faça feliz, é tudo o que posso fazer por agora, mas se você souber de alguma outra coisa...

Seja feliz!

Com amor

Sandra Miranda

domingo, 18 de agosto de 2013

1° Encontro sobre Masculino e Feminino


Dedicando ao grupo amor por mais mil anos. Gratidão por estarmos juntos.



É sempre uma honra desfrutar da companhia de pessoas tão carinhosas e especiais, perto de pessoas assim o tempo voa, deixando a impressão de que foi pouco, de que caberiam mais e mais palavras, exemplos, músicas... Você pode até achar que exagero nas palavras, porém é absolutamente verdade!

Pessoas  buscadoras da integralidade não são tão comuns nos dias atuais ou se são estão reclusas em suas cavernas precisando aparecer para que possa a vida contrabalancear graça e coragem ao derredor, numa sociedade onde o ter coisas é tão estimulado, tão ambicionado e perseguido.

Essa equipe tão bonita e rara participou do 1° Encontro sobre Masculino e Feminino, engrandecendo o evento com questionamentos pertinentes, profundos e encantadores. Desenvolvendo novos pensamentos, resolvendo e trazendo novas questões e também corrigindo mentalmente falhas comuns da caminhada. Quanta coisa por saber ainda sobre nós mesmos, sobre nossas diferenças e nossas preciosas aspirações e tendências! Quantas ruas ainda caminharemos buscando o reflexo de nossos corações? Quantas lágrimas ainda esconderemos de nós mesmos, por sermos sensíveis, mas principalmente delicadamente corajosas?

Agradecemos a todas pela partilha, mas especialmente ao casal Flávia e Roberto Medeiros por nos brindar com seu suporte feminino e masculino tão atencioso.

Continuaremos a nossa trilha do saber provavelmente na primeira semana de outubro,. Aguardem novidades!!!

Gratidão por serem parte mágica de minha caminhada!

Sejam felizes!

Carinhosamente Sandra Miranda

sábado, 3 de agosto de 2013

Contando Histórias


Hoje quero falar de M., solteira, tem vivido para ser a cuidadora da família. Tinha alguns quereres tais como casar, filhos, mas o tempo dedicado aos pais não permitiu que observasse em si mesma uma mulher com sonhos, preferiu olhar em direção da parentela, sentia-se no dever de impedir que maiores problemas chegassem principalmente ao progenitor. O pai! Poderia haver homem igual a ele, mas melhor... Nem pensar. Bem, nenhum, nem próximo ao modelo sonhado a tirou ao menos para dançar e o tempo passou sem que ela se desse conta que seu olhar entristeceu, que em seu rosto se desenhou marcas, que os cabelos branquearam... A verdade  é que M. foi perdendo o sal da vida e já nem há mais o pai para cuidar, resta-lhe a mãe que nunca  compreendeu bem sua sensibilidade, que exige mais do que ela gostaria de ofertar.
Então M. começou a adoecer, assim teria paz para cuidar de si, estar consigo, sem que fosse cobrada sua presença diuturna com a mãe que nem sempre a percebeu e nem tratou seu pai como gostaria que ele fosse tratado. Qualquer semelhança com o complexo de Édipo é uma possibilidade.
Já D. é um homem bem sucedido, que fique bem claro que ele é o chefe! Por mérito colocou o setor num patamar nunca antes alcançado, é polido, educado, justo! É um bom cristão, visita os pais nos finais de semana, cuida para que a esposa não tenha grandes queixas, é caridoso com os menos privilegiados, porém,  alguns subordinados  gostam de brincar que são chefes desconhecendo a sua autoridade e embora D. tenha feito reuniões durante 2 anos, falando da importância do trabalho de equipe e todas as palavras educadas que uma pessoa urbanizada pode dizer a pessoas que não são disciplinadas, tudo continua quase como antes, se não fosse por D. começar a perceber que seu corpo se autoagride enquanto sua palavra busca a complacência.  Por que é tão difícil para seus subordinados entenderem que é ele quem manda?
O que essas histórias têm em comum? Em que M. assemelha-se a D.?
Será prudente permitir que o adoecimento seja o informe da frustração? Será preciso que pessoas se machuquem para que possam ter direito ao que acreditam? Será que o caminho patológico escolhido ajudará a atingir o objetivo desejado?
Depois de lesar o corpo só resta cuidar da doença! Será justo consigo mesmo não se cuidar? Será justo olhar para si sem gentileza? Será justo não se lembrar de que nem sempre se conviverá com pessoas singelas e que por mais que se faça o melhor sempre  alguém testará nosso limite e paciência e que são esses testes que dizem onde e como devemos evoluir?
Ser bom com o outro sem ser bom consigo é uma incongruência, se a mim não me trato bem como acreditar que o tratar bem o outro  vai além do verniz social?
Bem sei que estou sendo dura, aliás, sempre me cabe a parte mais difícil, mas quer saber titãs já disse “nenhuma ideia vale uma vida”. Se o príncipe não chegou, se o funcionário não obedece, se a mãe não compreende... Adoecer não trará a resposta positiva!
Não importa para você a diferença que faz na vida do outro, isso é com o outro! Importa para você  a diferença que você faz em sua vida! Só você pode florir ou não a sua existência.  Já pensou que diferença faz para o Cosmos  se a cada situação indesejada se responder adoecendo?
No final das contas é sempre bom refletir qual a base dessas histórias?
Pois como já foi dito pelos doutores  “...o corpo não é o lugar onde um problema pode ser resolvido!”¹
¹ Livro A doença como caminho de Thorwald Dethlefsen e Rudiger Dahlke

Com carinho,

Sandra  Cristina Miranda

O THYSSEN ESTÁ DE VISITA EM BRASÍLIA

  De  17/6 a 26/7 exposição a céu aberto, uma beleza atrás da outra. Capturei o que mais me chamou atenção. BERTHE MORISOT - O espelho psiqu...